sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
UMA HOMENAGEM A MEUS ALUNOS - ELES MERECEM , SIM...
Um ano alegre, sim....
É gente o ano terminou, mas não terminou a alegria, pois sei que vocês merecem sim ser felizes, como cidadão e professor não canso de dizer que acredito na força que cada um de vocês tem no peito , nas mãos e na mente. A vida é sim complicada, mas não deixem de acreditar mesmo nas derrotas, mesmo numa reprovação, mesmo num dia que não temos nada a pensar ou fazer.
Este ano foi sim um dos mais felizes da minha vida de professor, pois convivi com verdadeiros cidadãos que embora às vezes pareçam não querer estudar, mas sabem o que querem da vida. Isso vai além do conteúdo, da matéria e sim e está alicerçado no desejo de vencer que nós educadores não podemos destruir com uma perspectiva mandona da aula, pois esta é um momento de muita alegria, amor e partilha.
Sei que neste grupo só há vencedores, pois enfrentar uma vida que tem sido a que nos proporcionam é sim uma vitória. Talvez por isso o tempo passasse tão rápido, pois estes dias que tivemos em sala e fora dela foram sim momentos de uma alegria que me transformou em um ser que sabe que podemos sim mudar o mundo. Obrigado por ter feito parte da vida de vocês e é com muita alegria que posso dizer: VALEU A PENA TER ESTADO AQUI.
Professor DJACYR DE SOUZA – EMEIF JOSÉ ALCIDES PINTO, FORTALEZA, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
FESTA DAS ÁGUAS
PROJETO ECOGALERA – AÇÃO FESTA DAS ÁGUAS
1. Justificativa
A cada dia que passa temos notícia de escassez de reservas hídricas e da possibilidade de esgotamento da água potável em nosso planeta com conseqüência terríveis para todos os seres do planeta. A grande reflexão diante do problema reside no fato de que temos que agir de acordo com preceitos de sustentabilidade e buscar urgentemente maneiras de economizar a água e garantir um futuro sem esgotamento.
Em função de todas constatações de que precisamos dizer para o mundo que podemos fazer nossa parte o PROJETO ECOGALERA promove a ação FESTA DAS ÁGUAS onde vai – se desenvolver atitudes que provoquem a reflexão prática e teórica sobre a problemática da escassez da água no planeta e buscar urgentemente soluções firmes para a garantia da sobrevivência das espécies de nosso planeta.
É importante promover o engajamento crítico e reflexivo sobre este problema e oportunizar discussão e reflexão sobre o tema através da construção de um processo de educação ambiental que tenha como foco a ação prática e a conscientização a partir de exemplos concretos que proporcionem uma situação de aprendizado ecológico dentro e fora da sala de aula.
2. Objetivos
Geral – Proporcionar aos alunos e à Comunidade Escolar a possibilidade de discussão sobre os grandes problemas ambientais vivenciados procurando sempre soluções ante aos problemas.
Especificos
· Desenvolver uma reflexão sobre a problemática da água em nosso planeta.
· Desenvolver a perspectiva da análise reflexiva sobre problemas ambientais.
· Envolver alunos e comunidade escolar na luta pela resolução de problemas ambientais gerais e locais.
3. Estratégias
- Visita orientada a Lagoas das cidades.
- Discussão sobre a importância das lagoas para a cidade.
- Realização de ato – show em defesa das lagoas.
4. Cronograma de atividades]
DATA DA REALIZAÇÃO : DIA 22 de Março de 2012
HORÁRIO – 08 ÀS 12 HORAS
LAGOAS VISITADAS
1) Lagoa do Porangabuçu.
2) Lagoa do Opaia
3) Lagoa da Parangaba
segunda-feira, 19 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
PROGRAMA ECORÁDIO - UM PROGRAMA QUE FALA DE NATUREZA.
Iraguaçu Filho ( COMPAN) e Ismael Rabelo ( CANTOR E COMPOSITOR ) |
APRESENTAÇÃO - PROFESSOR DJACYR DE SOUZA |
UM PROGRAMA QUE FALA DE NATUREZA |
![]() |
AMBIENTALISTA JOÃO SARAIVA |
PROFESSOR MARDÔNIO ALVES, COMPOSITOR DE MÚSICAS COM TEMÁTICAS ECOLÓGICAS |
o programa ECORÁDIO fala de natureza, sociedade e de seu papel na vida moderna no sentido de mudar o mundo e fazer dele uma canção de amor à natureza. |
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
AMOR ÀS ÁRVORES É ASSIM - JUVENAL GALENO
Cajueiro pequenino
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor,
À sombra das tuas folhas
Venho cantar meu amor,
Acompanhado somente
Da brisa pelo rumor,
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor.
Tu és um sonho querido
De minha vida infantil,
Desde esse dia... me lembro...
Era uma aurora de abril,
Por entre verdes ervinhas
Nasceste todo gentil,
Cajueiro pequenino,
Meu lindo sonho infantil.
Que prazer quando encontrei-te
Nascendo junto ao meu lar!
— Este é meu, este defendo,
Ninguém mo venha arrancar –
Bradei e logo cuidadoso,
Contente fui te alimpar,
Cajueiro pequenino,
Meu companheiro do lar.
Cresceste... se eu te faltasse,
Que de ti seria, irmão?
Afogado nestes matos,
Morto à sede no verão...
Tu que foste sempre enfermo
Aqui neste ingrato chão!
Cajueiro pequenino,
Que de ti seria, irmão?
Cresceste... crescemos ambos,
Nossa amizade também;
Eras tu o meu enlevo,
O meu afeto o teu bem;
Se tu sofrias... eu, triste,
Chorava como... ninguém!
Cajueiro pequenino,
Por mim sofrias também!
Quando em casa me batiam,
Contava-te o meu penar;
Tu calado me escutavas,
Pois não podias falar;
Mas no teu semblante, amigo,
Mostravas grande pesar,
Cajueiro pequenino,
Nas horas do meu penar!
Após as dores... me vias
Brincando ledo e feliz
O-tempo-será e outros
Brinquedos que eu tanto quis!
Depois cismando a teu lado
Em muito verso que fiz...
Cajueiro pequenino,
Me vias brincar feliz!
Mas um dia... me ausentaram. .
Fui obrigado... parti!
Chorando beijei-te as folhas. . .
Quanta saudade senti!
Fui-me longe... muitos anos
Ausente pensei em ti...
Cajueiro pequenino,
Quando obrigado parti!
Agora volto, e te encontro
Carregadinho de flor!
Mas ainda tão pequeno,
Com muito mato ao redor...
Coitadinho, não cresceste
Por falta do meu amor,
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor.
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor,
À sombra das tuas folhas
Venho cantar meu amor,
Acompanhado somente
Da brisa pelo rumor,
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor.
Tu és um sonho querido
De minha vida infantil,
Desde esse dia... me lembro...
Era uma aurora de abril,
Por entre verdes ervinhas
Nasceste todo gentil,
Cajueiro pequenino,
Meu lindo sonho infantil.
Que prazer quando encontrei-te
Nascendo junto ao meu lar!
— Este é meu, este defendo,
Ninguém mo venha arrancar –
Bradei e logo cuidadoso,
Contente fui te alimpar,
Cajueiro pequenino,
Meu companheiro do lar.
Cresceste... se eu te faltasse,
Que de ti seria, irmão?
Afogado nestes matos,
Morto à sede no verão...
Tu que foste sempre enfermo
Aqui neste ingrato chão!
Cajueiro pequenino,
Que de ti seria, irmão?
Cresceste... crescemos ambos,
Nossa amizade também;
Eras tu o meu enlevo,
O meu afeto o teu bem;
Se tu sofrias... eu, triste,
Chorava como... ninguém!
Cajueiro pequenino,
Por mim sofrias também!
Quando em casa me batiam,
Contava-te o meu penar;
Tu calado me escutavas,
Pois não podias falar;
Mas no teu semblante, amigo,
Mostravas grande pesar,
Cajueiro pequenino,
Nas horas do meu penar!
Após as dores... me vias
Brincando ledo e feliz
O-tempo-será e outros
Brinquedos que eu tanto quis!
Depois cismando a teu lado
Em muito verso que fiz...
Cajueiro pequenino,
Me vias brincar feliz!
Mas um dia... me ausentaram. .
Fui obrigado... parti!
Chorando beijei-te as folhas. . .
Quanta saudade senti!
Fui-me longe... muitos anos
Ausente pensei em ti...
Cajueiro pequenino,
Quando obrigado parti!
Agora volto, e te encontro
Carregadinho de flor!
Mas ainda tão pequeno,
Com muito mato ao redor...
Coitadinho, não cresceste
Por falta do meu amor,
Cajueiro pequenino,
Carregadinho de flor.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)