sábado, 31 de julho de 2010

leia este texto e reflita sobre ele

Elian Lucci

A sustentabilidade do planeta

Meio ambiente x consumismo
31/07/2010 02:00
O nosso planeta é um organismo vivo. Diante disso é preciso compreender que, como nós, ele também sofre com doenças e ulcerações.

Algumas delas são próprias de suas metamorfoses, ou seja, transformações geológicas, enquanto outras são provocadas por ações, sobretudo de seus habitantes. Porém, o nosso planeta tem uma determinada capacidade para atender às demandas de seus habitantes ao desenvolverem seus respectivos modos de vida e esta capacidade foi avaliada, nos primeiros anos do novo milênio, pelo Fundo das Nações Unidas para Assuntos Populacionais (Fnuap) em aproximadamente sete bilhões de habitantes, já adicionado um valor relativo à capacidade tecnológica que o homem moderno alcançou. Se olharmos para a situação demográfica do mundo pode-se verificar que ainda nos faltam alguns milhões de pessoas para atingirmos os limites do planeta, mas aí está o grande problema: a atual população da Terra vem consumindo de forma desmesurada. Com o advento da globalização e a expansão do comércio a que estamos assistindo, nossa sociedade vem se defrontando com graves questões socioambientais, provocando o advento de novos conceitos para a sua melhor compreensão e tomada de posição diante da gravidade do problema que o consumismo excessivo vem gerando ao planeta. Um dos mais recentes conceitos e que mostra o impacto do consumo desenfreado que marca nossa sociedade é o da pegada ecológica, a qual pode ser definida como a área de terras produtivas que cada pessoa precisa para sustentar o seu consumo e absorver seus resíduos pelo período de um ano. A pegada ecológica de cada um depende de seu padrão de consumo. Atualmente cada habitante do planeta tem 1,6 hectares de terras produtivas disponíveis ao ano. Nos anos 1960 era de 6,3, o que seria o ideal para hoje. Entretanto, os países mais industrializados têm uma pegada ecológica muito forte superior a 6 ha/pessoa/ano, provocando déficits globais. Isso significa que tais países, ao exigirem mais do que se tem em disponibilidade por pessoa para seu padrão de vida, comprometem os padrões dos demais países, que, como o Brasil e a Argentina, por exemplo, que não chegam a consumir mais hectares do que tem disponível.


Cada brasileiro consome 2,4 hectares de recursos naturais, ou seja, 0,3 hectares além da média mundial, mas a oferta de recursos é de 7,3 hectares por pessoa – bem acima da média mundial.


Portanto, a análise da pegada ecológica indica que precisamos rever urgentemente nossos padrões de produção e consumo, porque, no patamar em que se encontra, já se consomem 30% a mais de recursos do que o planeta pode nos oferecer. É por isso que se ouve, constantemente, em relatórios, congressos e na mídia, que vai faltar planeta. Tal situação não é, com certeza, a que as nações de hoje querem deixar como herança para os futuros habitantes do planeta. Para tanto, então, é necessário que haja um efetivo movimento na educação das novas gerações, a fim de que aprendamos todos a consumir com responsabilidade social.

jornal o povo - jornal do leitor

sexta-feira, 30 de julho de 2010

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MUNDO ESTRANHO É UMA REVISTA QUE FALA DE DIVERSOS TEMAS DE INTERESSE DA JUVENTUDE E TEM MUITAS CURIOSIDADES INTERESSANTES.
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quarta-feira, 28 de julho de 2010

DISCUTINDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL


Mas o que é Responsabilidade Social?

A responsabilidade social se apresenta como um tema cada vez mais importante no comportamento das organizações, exercendo impactos nos objetivos, estratégias e no próprio significado da empresa. Procuro trazer alguma contribuição no sentido de uma melhor a compreensão da importância desta estratégia e dos benefícios que a mesma pode trazer para a corporação, quando aplicada corretamente.

Por Emilia Fabiana Rasquinha, Assistente Social/CRESS 6010

A responsabilidade social se apresenta como um tema cada vez mais importante no comportamento das organizações, exercendo impactos nos objetivos, estratégias e no próprio significado da empresa. Procuro trazer alguma contribuição no sentido de uma melhor a compreensão da importância desta estratégia e dos benefícios que a mesma pode trazer para a corporação, quando aplicada corretamente.

Algumas empresas confundem Responsabilidade Social com Filantropia. Mas o que é Responsabilidade Social? O termo "responsabilidade social" encerra sempre a idéia de prestação de contas: alguém deve justificar a própria atuação perante outrem. Durante muito tempo, este foi entendido, em uma visão tradicional, como sendo a obrigação do administrador de prestar contas dos bens recebidos por ele. Ou seja, economicamente, a empresa é vista como uma entidade instituída pelos investidores e acionistas, com objetivo único de gerar lucros. Entretanto, tal perspectiva não se aplica no mundo contemporâneo.

Já se sabe que a empresa não se resume exclusivamente no capital, e que sem os recursos naturais (matéria-prima) e as pessoas (conhecimento e mão-de-obra), ela não gera riquezas, não satisfaz às necessidades humanas, não proporciona o progresso e não melhora a qualidade de vida. Por isso, afirma-se que a empresa está inserida em um ambiente social. Para Oded Grajew presidente do Instituto Ethos, uma das principais instituições responsáveis pela difusão do conceito de responsabilidade social na sociedade brasileira, define este conceito como: "(...) a atitude ética da empresa em todas as suas atividades. Diz respeito às interações da empresa com funcionários, fornecedores, clientes, acionistas, governo, concorrentes, meio ambiente e comunidade. Os preceitos da responsabilidade social podem balizar, inclusive, todas as atividades políticas empresariais”.(GRAJEW, Instituto Ethos, 2001).

Atualmente, a intervenção dos diversos atores sociais exige das organizações uma nova postura, calcada em valores éticos que promovam o desenvolvimento sustentado da sociedade como um todo. A questão da responsabilidade social vai, portanto, além da postura legal da empresa, da prática filantrópica ou do apoio à comunidade. Significa mudança de atitude, numa perspectiva de gestão empresarial com foco na qualidade das relações e na geração de valor para todos. É importante ressaltar que a responsabilidade social é, ainda, um processo em crescimento em vários países do mundo e, principalmente, no Brasil.

A questão da participação das empresas privadas na solução de necessidades públicas está nas pautas das discussões atuais. Embora alguns defendam que a responsabilidade das empresas privadas na área pública limita-se ao pagamento de impostos e ao cumprimento das leis, crescem os argumentos de que seu papel não pode ficar restrito a isso, até por uma questão de sobrevivência das próprias empresas. Outro argumento é o fato de que adotar posturas éticas e compromissos sociais com a comunidade pode ser um diferencial competitivo e um indicador de rentabilidade e sustentabilidade no longo prazo.

A idéia é de que os consumidores passam a valorizar comportamentos nesse sentido e a preferir produtos de empresas identificadas como socialmente responsáveis. As empresas socialmente responsáveis são aqueles que buscam o diferencial, um exemplo é a empresa Kanneberg, Barker, Hail & Cotton Tabacos Ltda. (KBH&C), que atua de forma coerente, com profissionais qualificados na área e possui a certificação da Norma SA 8000.
Gostaria que outras empresas também visualizassem, este novo cenário social que se apresenta no mundo moderno. Aquelas que não acompanhar a contemporaneidade infelizmente terão seus dias contados.

vandalismo

  VANDALISMO

terça-feira, 27 de julho de 2010

LEIA

Veículos diesel terão sistema de controle de emissões

A partir de janeiro de 2012, os veículos a Diesel no Brasil terão de sair da fábrica equipados com o OBD, sigla em inglês, para sistema de Auto Diagnose de Bordo, garantindo melhoria da qualidade do ar.
O sistema possibilita o controle de emissões porque detecta ocorrência de falha e identifica a sua localização provável, armazenando as informações na memória de um computador. O motorista terá no painel um aviso de que existe um problema no sistema de controle de emissão de seu veículo e precisa ser resolvido.

Este sistema já existe nos demais automóveis vendidos no Brasil e poderá ser usado pelos Programas de Inspeção e Manutenção Veicular, onde houver. A obrigatoriedade do OBD em veículos a diesel consta da Resolução Conama nº 403/2008, art. 2º e 11. A Instrução Normativa n° 4, que regulamenta o seu uso, foi assinada pelo presidente do Ibama, Abelardo Bayma, e publicada no Diário Oficial da União em 13 de maio de 2010, seção 1.

A medida é resultado de estudos técnicos que foram realizados envolvendo a indústria automobilística, técnicos responsáveis em verificar sua aplicação, a Associação de Engenharia Automotiva e os técnicos da Diretoria de Qualidade Ambiental do Ibama que são responsáveis pelo Programa de Controle a Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), tomando por base a regulamentação de sistemas similares, já implantados na Europa e nos Estados Unidos.

Para se ter uma ideia da importância da norma basta observar o número de veículos produzidos por ano, segundo fonte da Anfavea, em 2009 foram 255.988 veículos diesel fabricados no Brasil. Isso agregado aos novos limites de enxofre exigidos para o diesel nas regiões metropolitanas, que caem de 500 ppm (partículas por milhão) para 50 ppm, a ser implantado também em 2012, irá resultar em uma redução drástica nas emissões de poluentes por veículos diesel no país.

Melhorar a qualidade do ar é uma das missões relevantes na agenda do Ibama para garantir um meio ambiente íntegro, conforme preconiza a Constituição e o lema do Proconve: “MelhorAR Sempre”.
19/05/2010
fonte: site do Projeto Parque Vivo - UFC

livros sobre animais. leia - clique na imagem

historinha para reflexão

Veja esta historinha em quadrinhos do personagem Horácio publicado na Revista ALMANAQUE DO CHICO BENTO Nº4(agosto 2007) - SINTA A MENSAGEM E REPASSE POR AÍ

segunda-feira, 26 de julho de 2010

PARA REFLETIR


no filme o exterminador do futuro , um schwarzenegger é mandado ao passado para matar a mâe de um líder revolucionário que está incomodando o governo. Matar o inimigo pela raiz, por assim dizer. a lógica é inatacável: se não nascer no passado, o problema não existirá no futuro. Muita gente já deve ter imaginado o que faria se tivesse o mesmo poder de voltar atrás para alterar um detalhe, refazer uma escolha, corrigir uma bobagem e mudar a sua vida. há que diga que a primeira tarefa do hipotético exterminador seria voltar 508 anos, se postar na praia e, à aproximação dos barcos De Cabral , começar a agitar os braços e gritar : “não ! não !”

( LUIZ FERNADO VERÍSSIMO, LIVRO O MUNDO É BÁRBARO EO O QUE NÓS TEMOS A VER COM ISSO, RIO DE JANEIRO, OBJETIVA, 2008)

veja esta entrevista

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domingo, 25 de julho de 2010

LEIA E DIVULGUE POR FAVOR


REVOLUCIONAR A ECOLOGIA



Grandes problemas ambientais e sociais precisam de uma nova concepção de ecologia que seja pautada numa lógica firme de buscar novos conhecimentos e educar plenamente os indivíduos para compreender o ambiente, sua dinâmica e sua importância. A situação ambiental do planeta é grave e precisa ser discutida , analisada sempre na busca de novos processos que entendam o homem como inquilino do espaço e artífice de uma nova compreensão da ecologia não só como ciência mas como uma prática revolucionária que leve todos os homens a entender seu espaço e a importância de garantir aos cidadãos uma sociedade melhor e mais justa ambientalmente.
No processo da nova revolução é urgente que façamos do ambiente uma bandeira de luta que envolva não apenas a preservação e/ou conservação, mas sobretudo a justiça social numa visão plena de que é preciso desenvolver atitudes de conhecimento da natureza para buscar firmemente entender a dinâmica do ambiente natural onde os homens saibam que rompendo o equilíbrio ecológico estarâo rompendo a cadeia da vida. Hoje é importantíssimo que os homens saibam que a natureza é suporte de vida e que é preciso desenvolver ações de conscientização crítica sobre a dinâmica da economia e da sociedade para saber o que se passa no mundo e quais os reflexos das ações humanas no meio natural e no contexto de sua sociedade. A revolução da ecologia é uma revolução na educação que vai ser buscada na luta e no engajamento coletivo.
É preciso acreditar e tomar atitudes firmes em busca de uma nova ordem ambiental onde os problemas do meio ambiente sejam tratados dentro da lógica do capital que transforma a natureza e os homens em mercadoria. Discutir essa vertente da degradação ambiental é uma maneira forte de analisar o mundo em que vivemos e entender firmemente quais os problemas que o mundo passa e os reflexos de cada um deles no ambiente e na vida social. A vida humana precisa ser pautada em uma nova lógica de ação onde os homens saibam que a natureza pode sucumbir diante dos interesses que as classes dominantes acabam impondo sobre os homens e provocam problemas de toda a ordem que afetam a natureza, os homens e a vida em geral. A luta pela consciência ambiental é importantíssima neste momento para que possamos analisar o mundo , o poder do capital e a lógica do lucro que sempre molda comportamentos e promove nos homens desesperança, medo e termor pelo fim do mundo e de todos.

Sobre o Autor

professor, mestre em educaçao, escritor do livro PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE UMA AÇÃO DE CIDADANIA.Estou no twitter. twitter.com./PROFDJACYR

publicado originalmente no www.artigos.com

terça-feira, 20 de julho de 2010

leia

Ecologismo


20/7/2010
As exportações do agronegócio correspondem a cerca de 36,4% das exportações totais brasileira, na ordem de US$ 160 bilhões. As importações apresentaram variação anual de 30,2%, totalizando US$ 8.719 bilhões. Indicadores de base florestal totalizaram US$ 44,6 bilhões, cerca de 3,4% do PIB Nacional, e a indústria madeireira processada mecanicamente cerca de 13,1 bilhões, ou seja, 1,0% do PIB nacional.

Observamos que os países industrializados dependem da importação dos países em desenvolvimento para atender parcelas cada vez maior das suas demandas por matérias-primas e bens de consumo. A América Latina exporta quantidade seis vezes maior de materiais do que importa. Celulose, madeiras, pescados, minerais, soja, carnes, todos estes itens avançam na direção de novos territórios. Os impactos causados não solucionados pelas políticas econômicas atingem grupos que protestam, os ecologistas.

O eixo dessa corrente não é uma reverência sagrada à natureza, mas um interesse pelo meio ambiente como fonte de sobrevivência. Não em razão de uma preocupação com o direito das espécies, futuras gerações, reservas para conservação e sim pelos pobres de hoje. A sua ética é oriunda de demanda por políticas públicas, sociais, planejamento e o culto à vida.

A Câmara dos Deputados aprova o Código Florestal Brasileiro, impondo novos limites e concessões, novo marco na discussão sobre produzir/preservar; propõe retirar o poder dos Estados de reduzirem as faixas de Mata Ciliar.

É preciso estabelecer uma avaliação do perfil para o estabelecimento de um modelo de gestão pública para o patrimônio florestal brasileiro exigindo conhecimentos profissionais. "O manejo florestal corresponde à administração da floresta para a obtenção de benefícios econômicos, sociais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema, objeto do manejo (Decreto 1182/94)". Na década de 90, a partir do incremento da certificação florestal, foi possível expressar o conceito de manejo florestal sustentável de forma prática, tornando possível sua avaliação e replicação.

Benício de Melo Filho- Engenheiro florestal

FONTE: JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE
você já ouviu falar em Psicologia Ambiental ?

O que é Psicologia Ambiental?

E outras perguntas freqüentes

A Psicologia Ambiental trata do relacionamento recíproco entre comportamento e ambiente físico, tanto construído quanto natural. Mantém interface com áreas de estudo tais como a sociologia e antropologia urbana, ergonomia, desenho industrial, paisagismo, engenharia florestal, arquitetura, urbanismo e geografia, entre outras.  Na medida em que estas áreas estudam diferentes aspectos da organização de espaço/ambiente físico e sua relação recíproca com o ser humano, encontra-se freqüentemente, na literatura estrangeira, o termo environment-behavior relation para caracterizar este campo de estudo, para o qual sugere-se, em Português, o termo relações indivíduo-ambiente.
Por sua característica interdisciplinar e por ser um campo que possibilita o estudo de fenômenos os mais diversos, a Psicologia Ambiental utiliza uma abordagem multi-metodológica. O que determina a escolha do método é o problema em estudo em cada situação. Quase toda pesquisa se orienta para a resolução de um problema prático e no meio termo procura também avançar o conhecimento teórico da área, sob o modelo da pesquisa-ação.
Freqüentemente recebemos perguntas sobre psicologia ambiental, sua área de atuação, pre-requisitos para atuar como psicólogo ambiental, etc. A seguir, tentamos responder a algumas destas perguntas.
Quais os pré-requisitos para atuação nessa área?
Do ponto de vista formal e no Brasil, o Conselho Federal de Psicologia exige formação em psicologia para atuar como psicólogo. Entretanto, para atuar como psicólogo ambiental é necessário, ainda, uma boa formação metodológica e sólidos conhecimentos de pelo menos uma das áreas com as quais a psicologia ambiental interage (vide a seguir).
Qual a relação da Psicologia Ambiental com outras áreas de conhecimento?
A Psicologia Ambiental mantém interface com áreas de estudo tais como a sociologia e antropologia urbana, ergonomia, desenho industrial, paisagismo, engenharia florestal, arquitetura, urbanismo e geografia, entre outras. Estas áreas têm em comum com a psicologia ambiental o estudo da relação recíproca entre o comportamento humano e o ambiente físico e/ou natural.