Chegou a 11ª hora da Humanidade: o nosso último momento para mudar de rumo e pôr um travão à nossa viagem em direcção ao colapso ecológico global. Leonardo DiCaprio produz e narra esta visão urgente e de carácter transformacional sobre onde estivemos, para onde vamos e – aqui reside a questão mais importante – como podemos mudar. Pensadores, desde Mikhail Gorbachev e Stephen Hawking ao especialista em designs sustentáveis William McDonough e muitas outras personalidades, revelam o estado crítico actual da vida no planeta terra. Imagens impressionantes de cheias, incêndios, furacões, massas de gelo que colapsam e montes cada vez maiores de lixos, são justapostas a imagens de um futuro sustentável, incitando-nos a agir. Será que vamos utilizar as novas tecnologias e mudar o nosso comportamento para salvar o planeta? Temos uma crise em mãos, mas lembremo-nos que temos as soluções para salvar este planeta azul único para as gerações que se seguem.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
LEIA E COMENTE
Alerta ambiental
06 Jan 2010 - 00h45min
A tragédia no Rio de Janeiro poderia ser evitada através do respeito à natureza e ao cumprimento da lei. Acontece que o governador Sergio Cabral aprovou um decreto que autoriza a co nstrução em áreas não edificáveis da Área de Proteção Ambiental (APA) em Angra. O resultado era esperado. A imensa tragédia em que dezenas de vidas foram ceifadas, além do desequilíbrio provocado ao meio ambiente.
Há muito tempo, juntamente com um pequeno grupo de ambientalistas, alertamos contra a ocupação desordenada do Maciço de Baturité, principalmente em virtude da especulação imobiliária. Aqui, em épocas não muito distantes, ocorreram vários fenômenos semelhantes ao do Rio de Janeiro, devido a deslizamentos provocados pelo desmatamento intenso. Geralmente para a plantação de bananeiras ou de culturas de subsistência praticadas, muitas vezes inconscientemente, pelos sitiantes locais.
Atualmente, observa-se a construção de diversas unidades habitacionais em Áreas de Proteção Permanente (APP), como nas encostas, nos topos de morros e nas margens de rios e riachos.
Faz-se necessário um trabalho envolvendo todas as pessoas e instituições interessadas em evitar que uma tragédia similar ocorra na região do Maciço de Baturité.
LUIZ DE ARRUDA
Fortaleza-CE
Há muito tempo, juntamente com um pequeno grupo de ambientalistas, alertamos contra a ocupação desordenada do Maciço de Baturité, principalmente em virtude da especulação imobiliária. Aqui, em épocas não muito distantes, ocorreram vários fenômenos semelhantes ao do Rio de Janeiro, devido a deslizamentos provocados pelo desmatamento intenso. Geralmente para a plantação de bananeiras ou de culturas de subsistência praticadas, muitas vezes inconscientemente, pelos sitiantes locais.
Atualmente, observa-se a construção de diversas unidades habitacionais em Áreas de Proteção Permanente (APP), como nas encostas, nos topos de morros e nas margens de rios e riachos.
Faz-se necessário um trabalho envolvendo todas as pessoas e instituições interessadas em evitar que uma tragédia similar ocorra na região do Maciço de Baturité.
LUIZ DE ARRUDA
Fortaleza-CE
fonte: JORNAL O POVO - 06/01/10
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
LEITURA PARA REFLETIR
Jornal do Leitor
Francisco Djacyr
Responsabilidade pelo planeta
Dever de todos nós
Francisco Djacyr de Souza
02 Jan 2010 - 01h27min
No ritmo em que estão os problemas ambientais podem acabar com nosso
planeta. Mas reverter este quadro é possível se todos nós juntos numa
força de união fizermos nossa parte.
Devemos mudar nossos hábitos de consumo, devemos evitar a
descartabilidade excessiva, devemos reciclar nosso lixo, devemos
denunciar os problemas ambientais de nossa cidade e buscar mais
agilidade dos órgãos governamentais na condução da fiscalização
ambiental. São medidas simples que somada a uma nova concepção de
utilização dos recursos naturais poderão trazer um futuro melhor para o
planeta e para todos que nele habitam.
A luta por um ambiente melhor e mais saudável não deve se
transformar em interesse político somente, mas deve traduzir o desejo
da população que deve lutar por um futuro melhor para as gerações que
estão condenadas a uma situação insuportável de vida caso continuem as
agressões ambientais. Nossa responsabilidade pelo planeta se traduz
numa ação coesa e firme em busca de um mundo melhor e mais saudável.
Esta situação que temos hoje poderia ter sido evitada se o povo se
unisse em busca de um mundo melhor e mais justo tanto socialmente
quanto ambientalmente.
O fracasso da COP15 revela que os interesses econômicos sempre
superam a consciência ambiental, por isso é hora de cada cidadão se
unir criando grupos de estudo ambiental para denunciar as agressões e
promover o debate, a pesquisa e a educação ambiental em cada setor da
vida cotidiana, pois o planeta precisa de gente que acredite em um
mundo melhor e mais saudável.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
UM TEXTO PARA REFLEXÃO - PUBLICADOS NO www.artigos.com
COMO LUTAR PELA DEFESA DO VERDE
A luta ecológica não é uma simples manifestação em efemeridades ou datas especiais, pois a defesa do ambiente é, antes de tudo, um processo de luta que deve fazer parte das ações da sociedade e uma das metas principais a serem buscadas por todos os homens em sua luta cotidiana. A luta ecológica é hoje uma das principais missões de todos os segmentos sociais, pois querer um mundo ecologicamente justo e ter acesso a uma vida saudável é uma das mais justas lutas de todos os seres humanos.
Com o passar do tempo e com o avanço tecnológico vemos que o desperdício, a descartabilidade, as agressões ambientais e os níveis de poluição estão cada vez mais aumentando em nosso planeta. Uma das soluções mais imediatas para tal problema é desenvolver um processo de aprendizado ecológico que tenha a justiça social como meta e a luta por cidadania uma missão concreta e aprofundada na sociedade. A Educação Ambiental é urgente a medida que os crescem os problemas ambientais, no entanto tal processo deve ser permanente e pleno para todos os cidadãos sendo praticada em todas as instâncias sociais. Temos que exigir processos educativos em todos os segmentos da sociedade para que os cidadãos aprendam como defender o ambiente e sejam educados para isso. O processo de Educação Ambiental deve ser uma práxis das gestões escolares e de todas as comunidades que devem compreender a dinâmica da natureza e entender como pode haver o rompimento do equilíbrio ecológico no momento em que nossos recursos naturais tem caráter apenas econômico.
A luta pela defesa do ambiente deve incluir processo organizativo da sociedade que deve criar grupos de discussão e debate sobre os problemas locais, regionais e mundiais. A defesa do ambiente deve incluir no rol de ações estudo permanente sobre o que se passa no cotidiano das pessoas e problemas decorrentes da ação econômica sobre os recursos naturais. Hoje é importante que cada cidadão procure se associar com seus semelhantes para um processo de conhecimento pautado na lógica de defesa do ambiente e na construção de linhas de ação que possam reduzir ou erradicar os problemas ambientais nos locais de vivência. A luta ambiental deve ser permanente e deve envolver a todo o indivíduo independente de sua posição social, credo ou nível de conhecimento. É importante garantir aos indivíduos um nível de entendimento dos problemas que os cercam e a natureza de tais problemas para que todos saibam os porquês dos problemas e as causas sociais, econômicas e políticas de tais problemas.
O processo de luta pelo ambiente deve buscar uma nova forma de sociedade e o conhecimento do sistema e suas anomalias que trazem os problemas ambientais hoje em vigor. A luta pelo ambiente inclui também a luta pela mudança das relações sociais e econômicas para corrigir e erradicar possíveis injustiças decorrentes do processo de relação social no mundo de hoje. A luta pelo ambiente inclui luta por uma sociedade justa pautada na liberdade, na construção da solidariedade e no fortalecimento de valores éticos. A luta pelo ambiente deve incluir também muito estudo, melhoria do nível cultural da população e acesso ao conhecimento pleno da sociedade e de suas relações. É importante garantir um nível cultural melhor aos indivíduos para que estes entendam as ideologias que se escondem diante dos problemas ambientais que certamente estão vinculados à ordem econômica e social. É preciso garantir escola de qualidade , erradicação do analfabetismo e melhoria das comunicações para a formação dos indivíduos em busca de um ambiente digno sem agressões ambientais.
Autor: FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA
PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
UM DOCUMENTO PARA SER LIDO, DISCUTIDO E DEBATIDO EM TODOS OS NOSSOS LOCAIS DE VIVÊNCIA.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
A PIRATARIA EM QUESTÃO.
Leia este texto sobre pirataria
e tire sua conclusões.
Bruno Peron Loureiro *
Adital -
* Analista de relações internacionais
e tire sua conclusões.
Pirataria e ilusões da Cidadania
| ||||
Bruno Peron Loureiro *
Adital -
O combate à pirataria é um desafio fora de época para o nível de desenvolvimento do Brasil, entre outros países pobres, e aprofunda a marginalização em que muitos consumidores e trabalhadores nos situamos. Os primeiros são incapazes de pagar o preço que se pede de produtos determinados, enquanto estes são vítimas da informalização do emprego. O ciclo da pirataria perpetua-se porque há pessoas insatisfeitas com o preço elevado cobrado pelos "autênticos" e "originais", ou desinformadas do impacto que a atividade gera na economia formal de um país e na perda em arrecadação tributária, ou resistentes a contribuir para o inchaço da máquina estatal, que ainda não descobri se está a favor do povo brasileiro ou se é uma sanguessuga.
O Plano Nacional de Combate à Pirataria tem três vertentes: econômica, educativa e repressiva. A ação visa a monitorar todo o processo de produção, transporte, recepção e venda de produtos piratas no Brasil. Em 3 de dezembro, comemora-se o Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria. Quando nos rendemos ao descrédito no país, propostas charmosas mas anacrônicas surgem. A orientação oficial sobre este tema tem sido precipitada. Protege-se a indústria em vez do cidadão. Antecipa-se uma era de direitos que se está longe de assegurar-nos. Por que? Enquanto se fala de defesa de todo tipo de propriedades - inclusive a intelectual, somos constantemente furtados, roubados, assassinados, mutilados, violados, enganados, corrompidos e usados na nossa cidadania.
O Brasil está à beira de uma guerra civil. O fogo do dragão capitalista alastra-se por estas terras aparentemente pacíficas em busca de uma fera que resista na mesma proporção. Esbraveja-se a perda de 2 milhões de empregos formais com a pirataria, a sonegação fiscal de até R$30 bilhões e o crime contra a propriedade intelectual. Modalidades de reprodução capitalista que abocanham os despreparados.
O principal argumento dos combatentes à pirataria é o de que o governo e as empresas nacionais sofrem respectivamente de perdas em arrecadação e seus negócios. Muito do que se perde, no entanto, é prejuízo de monopolizadores de marcas e produtos, empresas estrangeiras, portanto não é de interesse nacional mobilizar - exaustivamente e com dinheiro público - fiscais, investigadores e policiais para combater este tipo de delito. Não nas condições atuais.
Máfias brasileiras, chinesas, coreanas, libanesas, entre outras, atuam na pirataria internacional. A Receita federal tem reciclado toneladas de produtos contrabandeados, falsificados ou piratas, como bebidas, alimentos, cigarros, medicamentos, óculos, relógios, CDs, DVDs, componentes de informática. Muitos são destruídos e os que estão em boas condições participam de doações ou leilões.
O tema exige uma resposta efetiva do poder público em países adiantados e sérios. No Brasil, porém, há questões inadiáveis para os cidadãos, como a de garantir emprego para a maioria e promover a concorrência entre empresas de certos ramos industriais. Enquanto não se resolvem problemas prementes, continuaremos sendo iludidos por gente que finge que faz bem seu trabalho.
Não defendo a pirataria. Muito menos a de alimentos e medicamentos. A atividade indica, contudo, o sintoma de uma chaga no nosso país. As políticas têm-se concentrado no efeito e não na causa das moléstias. Enquanto isso, perdemos como consumidores e trabalhadores. Estamos cansados de renunciar à cidadania.
O Plano Nacional de Combate à Pirataria tem três vertentes: econômica, educativa e repressiva. A ação visa a monitorar todo o processo de produção, transporte, recepção e venda de produtos piratas no Brasil. Em 3 de dezembro, comemora-se o Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria. Quando nos rendemos ao descrédito no país, propostas charmosas mas anacrônicas surgem. A orientação oficial sobre este tema tem sido precipitada. Protege-se a indústria em vez do cidadão. Antecipa-se uma era de direitos que se está longe de assegurar-nos. Por que? Enquanto se fala de defesa de todo tipo de propriedades - inclusive a intelectual, somos constantemente furtados, roubados, assassinados, mutilados, violados, enganados, corrompidos e usados na nossa cidadania.
O Brasil está à beira de uma guerra civil. O fogo do dragão capitalista alastra-se por estas terras aparentemente pacíficas em busca de uma fera que resista na mesma proporção. Esbraveja-se a perda de 2 milhões de empregos formais com a pirataria, a sonegação fiscal de até R$30 bilhões e o crime contra a propriedade intelectual. Modalidades de reprodução capitalista que abocanham os despreparados.
O principal argumento dos combatentes à pirataria é o de que o governo e as empresas nacionais sofrem respectivamente de perdas em arrecadação e seus negócios. Muito do que se perde, no entanto, é prejuízo de monopolizadores de marcas e produtos, empresas estrangeiras, portanto não é de interesse nacional mobilizar - exaustivamente e com dinheiro público - fiscais, investigadores e policiais para combater este tipo de delito. Não nas condições atuais.
Máfias brasileiras, chinesas, coreanas, libanesas, entre outras, atuam na pirataria internacional. A Receita federal tem reciclado toneladas de produtos contrabandeados, falsificados ou piratas, como bebidas, alimentos, cigarros, medicamentos, óculos, relógios, CDs, DVDs, componentes de informática. Muitos são destruídos e os que estão em boas condições participam de doações ou leilões.
O tema exige uma resposta efetiva do poder público em países adiantados e sérios. No Brasil, porém, há questões inadiáveis para os cidadãos, como a de garantir emprego para a maioria e promover a concorrência entre empresas de certos ramos industriais. Enquanto não se resolvem problemas prementes, continuaremos sendo iludidos por gente que finge que faz bem seu trabalho.
Não defendo a pirataria. Muito menos a de alimentos e medicamentos. A atividade indica, contudo, o sintoma de uma chaga no nosso país. As políticas têm-se concentrado no efeito e não na causa das moléstias. Enquanto isso, perdemos como consumidores e trabalhadores. Estamos cansados de renunciar à cidadania.
* Analista de relações internacionais
LEIA E PROCURE FAZER SUA PARTE PELO PLANETA...
COP15 e você
Como cidadãos, temos um potencial muito maior de reduzir o impacto ambiental do que qualquer governo isoladamente
A COP15, conferência que reuniu os principais líderes globais em Copenhague, gerou muito barulho sobre as metas de redução do impacto ambiental com as quais os governos se comprometeram. Acho extremamente válido que governos se importem com isso, mas, curiosamente, noto que estamos, coletivamente, passando o abacaxi adiante. Digo isso porque, como cidadãos, temos um potencial muito maior de reduzir o impacto do que qualquer governo isoladamente. Como? Comendo menos carne vermelha. Embora tenha sido vegetariano por oito anos, e hoje tenha dificuldade de ficar sem um filé de vez em quando, tenho que reconhecer os fatos.
Mas que mal pode fazer comer carne? Vejamos:
1) O consumo de água para a criação de bois é expressiva. No Oeste dos Estados Unidos, por exemplo, 70% da água potável são consumidos pelos bois. Para se produzir 1 Kg de carne, um boi consome 7 litros de água.
2) Para se produzir 1 Kg de carne vermelha, são consumidos 15 Kg de soja e milho, utilizados para alimentar os animais. Pense em todo fertilizante utilizado para produzir esses "grãos adicionais". Ah, e os animais que são criados no pasto (sem grãos) produzem quatro vezes mais gases poluentes.
3) Os animais consomem globalmente mais da metade dos antibióticos produzidos no mundo. A produção desses antibióticos também tem impacto no meio ambiente
4) Se hoje o consumo mundial de carne vermelha fosse reduzido pela metade, dobraríamos a área disponível para plantação de mais grãos.
5) Para finalizar, o fato mais importante: a emissão de gases (dióxido de carbono) emitidos pelos animais é responsável por mais de 18% de todas as emissões globais. Mais do que todos os meios de transporte somados. Não estou defendendo que nos tornemos 100% vegetarianos, pois seria quase impossível. Uma simples redução no seu consumo de carne vermelha já traria resultados importantes ao meio ambiente. Por isso, me pergunto se as pessoas realmente se preocupam com o meio ambiente ou somente gostam do discurso. Afinal, falar é bem mais fácil que agir.
E você? Vai querer mudar o mundo? Ou prefere deixar que os políticos se virem?
Filho mais velho da primeira família brasileira a dar uma volta ao mundo de veleiro, é amante da vida.
BLOG DA REVISTA ISTO É...
LEIA
Mensagem aos irmãos verdes
Bruno Pontes - Jornalista
Ainda desgostoso com o desfecho da conferência em Copenhague, dedico aos meus irmãos eco-socialistas uma mensagem de incentivo. É verdade que levamos um golpe, mas a luta continua (como se fosse preciso lembrar). Construir o outro mundo possível, onde o ser vem antes do ter, requer esforços diários no sentido de conscientizar as massas.
A lógica do capital não compreende a importância do planeta para a dignidade da pessoa humana. Se a Terra desaparecer, onde vamos morar? É desnecessário insistir neste ponto. O que deve ser denunciado com vigor por nós, os verdes, é a cínica operação desencadeada pelo capital, logo após o encerramento da reunião em Copenhague, no intuito de iludir o público leigo. Quer dizer então que a Europa e os Estados Unidos estão debaixo de neve? Ao mesmo tempo? Que coincidência...
Acompanhem meu raciocínio. Não parece um tantinho estranho o fenômeno das nevascas, não apenas em um, mas em dois continentes e ao mesmo tempo? Essas tempestades de gelo surgem exatamente agora, quando nós todos sabemos que o aquecimento global é inequívoco e irreversível? Acham mesmo que somos ingênuos?
Vê-se que a manobra foi executada com esmero. Notem a sincronia. No momento em que a humanidade precisa ajustar sua organização política e econômica, seu modo de pensar e agir; no momento em que Gaia pede sacrifícios, incluindo o abate de cachorros, gatos, vacas, homens, mulheres, crianças e outros emissores de gases tóxicos - justo neste momento, a neve pesada cai em dois continentes, e a televisão se enche de paisagens congeladas. A quem o capital pretende enganar com seus truques publicitários? Fiquem à vontade, manipuladores. Espalhem caminhões de neve pelo mundo inteiro. Os verdadeiros amigos do planeta não vão cair nessa.
Infelizmente, não podemos ignorar o feitiço da mídia sobre as mentes mais fracas. Já encontro por aí alguns sujeitos duvidando do aquecimento global inequívoco, mencionando, a título de argumento, as tais nevascas batedoras de recordes.
Acham até que o mundo não vai acabar. Esses obtusos, sem o perceber, já caíram no jogo dos inimigos de Gaia. Portanto, fique atento, irmão verde. Como diz Al Gore, “o planeta está com febre”. Não seja tolo a ponto de acreditar no que você vê. Alienação tem limite. Se vierem para você com história de nevasca, mostre ao impertinente os estudos mais recentes da ONU e as matérias do Fantástico. Não temos tempo a perder com gente de cabeça fechada. Só o que interessa é agir, agir e nada mais. www.brunopontes.blogspot.com
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
EXCELENTE INICIATIVA
Muito boa a iniciativa do Jornal o Estado em criar um tablóide especial sobre meio ambiente.
Trata - se do ESTADO VERDE que discute nossas questões ambientais e faz alusão ao meio ambiente.
Excelente iniciativa. Parabéns.
Trata - se do ESTADO VERDE que discute nossas questões ambientais e faz alusão ao meio ambiente.
Excelente iniciativa. Parabéns.
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