Cada um de nós tem de tomar a decisão firme de lutar pela natureza e desenvolver ações no sentido de minorar os problemas ambientais. Garra é a saída. SOMOS RESPONSÁVEIS POR UM MUNDO MELHOR. FAÇA VOCÊ TAMBÉM SUA PARTE NESTE PROCESSO.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA VISCONDE DO RIO BRANCO
A ESCOLA AMBIENTAL APRENDIZES DA NATUREZA ESTARÁ DESENVOLVENDO SUAS AÇÕES NO DIA 28 DE NOVEMBRO NA ESCOLA VISCONDE DO RIO BRANCO. OS TEMAS TRABALHADOS SERÃO:
- ética ambiental
- cidadadania ambiental
- Qualidade de Vida
- Patrimônio Ambiental da Cidade
UMA LEITURA IMPORTANTE
Salvar o planeta
25 Nov 2009 - 00h23min
A sustentabilidade na Terra está ameaçada. Seria preciso 30% de terras a mais para o planeta se sustentar em recursos. A Floresta Amazônica está gradativamente sendo destruída e estes dados são confirmados pelo Governo Federal.
A questão ecológica, hoje, é o mais sério problema por que a humanidade passa. Esta é a opinião de Leonardo Boff e de muitos pensadores.
Lá pelos anos de 2050, mais da metade das espécies estarão extintas e o Nordeste brasileiro terá uma temperatura de 4 graus a mais.
Então, 40 graus de temperatura será algo comum, nestes dias. Toda a Terra está esquentando e as metas que os governos deviam atingir não estão sendo alcançadas.
Continua a destruição de matas e a queima de derivados de petróleo é intensa.
Qual a solução? Devemos pensar seriamente numa nova maneira de ver o mundo.
Com a ajuda de todos e apoio dos governos, devemos ver que consumir menos é mais racional que consumir demais.
O consumismo tem destruído parte da capacidade dos recursos renováveis. Estes recursos precisam de um tempo para regeneração.
Chega de destruir é hora de regenerar!
PAULO ROBERTO LESSA
Fortaleza-CE
JORNAL O POVO - COLUNA FALA CIDADÃO.
lei e tire suas conclusões...
Gasolina ou álcool: qual emite mais poluentes?
IDEC
23/11/2009
Ranking divulgado pelo Ibama aponta que queima de etanol também polui o ar
Para saber qual combustível polui menos (álcool ou gasolina), o consumidor pode contar com a Nota Verde, elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente, ela atribui notas de zero a dez aos carros produzidos no Brasil e fabricados em 2008 (quanto maior a nota, menor o índice de emissão de poluentes). As informações podem ser consultadas no site do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Os modelos bicombustíveis receberam uma nota para gasolina e outra para álcool. E, acredite, em muitos casos as notas para gasolina são maiores (ou seja, ela poluiria menos que o álcool). Os especialistas, no entanto, afirmam que esse ranking é uma maneira simplista de encarar a realidade. "A Nota Verde é uma verdade parcial, baseada meramente em como, legalmente, são medidas as emissões veiculares", opina Paulo Saldiva, médico patologista e coordenador do Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP).
A emissão de certos poluentes prejudica apenas quem mora em regiões relativamente próximas aos pontos em que foram expelidos. Mas a emissão de outros gases, especialmente o gás carbônico (CO2), contribui para o efeito estufa. Nesse caso, a conseqüência é global, já que outros continentes podem ser afetados pelo aquecimento do planeta.
O Ibama avaliou os automóveis nesses dois moldes. Para as emissões de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (NMHC) e óxidos de nitrogênio (NOx), substâncias que possuem limites de emissão estipulados por lei, os veículos receberam a Nota Verde. Para a emissão de CO2, os veículos receberam outra nota, que varia de cinco a dez.
Metodologia questionável
A Nota Verde dos bicombustíveis movidos a álcool tende a ser menor. "Podemos afirmar com toda a certeza que a queima do álcool vai sempre emitir mais aldeídos que a da gasolina", afirma André Ferreira, diretor presidente do Instituto de Energia e Meio Ambiente, entidade que participou da elaboração da Nota Verde. Mas os aldeídos não foram considerados no cálculo das notas (apesar de existir um limite legal para sua emissão). Para calcular a Nota Verde é preciso dividir o nível de emissão (em gramas por quilômetro) de cada um dos três poluentes analisados pelo nível máximo previsto por lei. "Se tivessem sido incluídos, as notas dos carros flex movidos a álcool seriam ainda menores", calcula Ferreira.
Para NOx e CO, a desvantagem do álcool em relação à gasolina é menor. "Alguns modelos emitem mais desses gases quando usam gasolina, e outros quando usam álcool. Mas, na média, o álcool sai perdendo", afirma Ferreira. A queima de álcool também tende a emitir mais hidrocarbonetos que a de gasolina, o que não quer dizer que o etanol seja mais nocivo à qualidade do ar. "Existem muitos tipos de hidrocarboneto. A queima de gasolina emite menos hidrocarboneto em termos absolutos que a queima de álcool, mas são tipos muito mais perigosos (como o benzeno e o tolueno)", explica Paulo Saldiva.
Já em relação ao material particulado e aos óxidos de enxofre (SOx), a desvantagem é da gasolina. Mas isso não se traduz em Notas Verdes menores para carros flex abastecidos com esse combustível, pois como não existem limites legais para tais poluentes em carros, a Nota Verde não os considerou. "Do ponto de vista da saúde pública, a gasolina é um desastre e pior que o álcool. A Nota Verde não dá conta disso e pode induzir a erro", critica Saldiva.
Para André Ferreira, o álcool é de fato o combustível preferível, mas não pode ser encarado como a solução para a poluição do ar. "Não existe combustível totalmente limpo. Apesar das falhas metodológicas da Nota Verde, é positivo que aponte os problemas do álcool. Não dá para lotar uma cidade com carro a álcool achando que isso não causará nenhum impacto. Temos é que mudar os padrões de mobilidade", pondera.
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) criticou a metodologia do ranking, a entidade afirmou que "os carros flex ainda vêm com motores a gasolina adaptados para funcionar também com etanol, o que diminui sua eficiência quando operados com esse combustível".
Três especialistas concordaram em parte com esse argumento. Eles reconheceram que os atuais motores bicombustíveis têm desempenhos melhores que os motores exclusivamente a gasolina ou a álcool de alguns anos atrás. Mas admitiram que, dependendo do veículo, o motor prioriza a gasolina. Para Francisco Nigro, professor de engenharia mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a tecnologia dos motores flex pode ser aprimorada para que o consumo de combustível e o nível de emissão de poluentes caiam. "Mas isso demanda altos investimentos das montadoras, que estão mais preocupadas em fabricar carros baratos. Por isso o governo tem que intervir com incentivos fiscais para carros menos poluentes", cobra ele.
Para o Idec, o fato de ainda não existir uma metodologia que permita a comparação efetiva de veículos não significa que todos sejam iguais. Empresas que se julgam socialmente responsáveis deveriam dar mais detalhes sobre os produtos que fabricam. Evidente está que é perfeitamente possível, do ponto de vista técnico, estabelecer uma nota ou classificação que leve em conta as particularidades de cada combustível e seus efeitos para a saúde e para o meio ambiente. O Instituto considera também que os fabricantes poderiam fazer mais do que apenas seguir a legislação de emissões. Além de possuírem conhecimento para colaborar com o Ibama na construção de uma Nota Verde mais precisa, o desenvolvimento de motores menos poluentes e mais eficientes, por exemplo, poderia agregar valor aos carros.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
ESCOLA AMBIENTAL NO COLÉGIO VISCONDE DO RIO BRANCO
A Escola Ambiental Aprendizes da Natureza estará no próximo dia 28 de novembro na Escola Visconde do Rio Branco discutindo a questão ambiental e promovendo um debate sobre cidadania e ética ambiental. Serão momentos de vivência e descoberta no aprendizado ambiental e na consciência sobre nosso papel no meio ambiente.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
COMO É GRATIFICANTE DISCUTIR A QUESTÃO AMBIENTAL
Apesar da problemática ambiental gerar entre nós temores e sobressaltos em relação ao mundo em que vivemos . A certeza de que tem muita gente preocupada com os problemas ambientais de hoje é gratificante para quem milita no movimento ecológico. A certeza de que a mensagem ecológica é ouvida e apreendida pelas pessoas e que todos querem fazer algo pelo planeta dão a todos nós certeza de que o mundo está mudando e que as ideia ambientais encontram guarida em todos os segmentos da sociedade. A luta ambiental deve ser incentivada para o bem de todos e para um mundo melhor.
domingo, 22 de novembro de 2009
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA DAKOTA
A ESCOLA AMBIENTAL APRENDIZES DA NATUREZA esteve presente com curso de Educação Ambiental n Fábrica Dakota em Maranguape. Na ocasião foram trabalhados temas como sustentabilidade, consciência ambiental, ética ambiental e cidadania. O curso foi bastante proveitoso com participação da ONG Terra Brasilis. A FIC foi representada pelo professor Djacyr de Souza e pela aluna Julieta do Curso de Marketing. Foi uma tarde proveitosa no dia 21 de novembro de 2009 com muita paraticipação e consciência sobre a defesa do ambiente e da vida de todos. Veja fotos do evento e veja como a DAKOTA está desenvolvendo a consciência ambiental.
sábado, 21 de novembro de 2009
PROJETO APRENDIZES DA NATUREZA NA FÁBRICA DAKOTA
O Projeto Aprendizes da Natureza está neste momento desenvolvendo curso de Educação Ambiental na Fábrica Dakota junto com os colaboradores do Projeto ECOVIDA. Será um dia interessante com trocas de experiências, vivências e muita disposição de cada um fazer sua parte em prol de um mundo melhor e ambientalmente justo.
UMA LEITURA QUE MERECE REFLEXÃO.;
A Arte de Ser Feliz
Frei Betto *
Adital - Recebi de uma amiga este apelo: "Existe alguma receita capaz de fazer uma pessoa se apaixonar por algo - seja o que for??? Nem precisa ser coisa transcendental. Algo que dê um sentido à vida. Não que a vida seja desprovida de sentido, mas desprovida de sabor.
"É claro que estou me referindo a mim, e posso até estar sendo exigente demais, ou cruel demais com a minha pessoa. Mas é esta a reflexão de hoje, de agora. Me dou conta de que não tenho paixão alguma. Pelo menos é o que a minha mente me fala e o que percebo. Isso me faz sentir falta de algo...
"Tem gente que gosta de corrida de carros, de cavalos, de barcos. Gente que ama fazer tricô, escalar montanhas, meditar hoooooras a fio; gosta de ler, de ser médico, jornalista, político até. Puxa vida... como admiro isso. A vida frenética das cidades pulsa em algumas pessoas, e a vida pacata do campo, em outras. Tenho alegrias e uma normalidade ética permeada por um bom senso bem bacana. Mas eu sinto (até irracionalmente), de forma muito forte, a impermanência.
"Um dia você disse que gostaria de ser semente. Refleti sobre e... nada aconteceu. O ritual inevitável da convivência e tudo o que envolve as relações interpessoais, somados a um bom astral, já cuidam disso. Queria me apaixonar. Ter um hobby. Qualquer um.
"Alegrias são muitas. Tenho o sorriso fácil... Mas a felicidade é coisa rara, de frágeis e preciosos momentos. Tenho uma implicância danada com aquela música do Zeca Pagodinho que diz: "...deixa a vida me levar...; vida leva eu..." Quero sentir um sentido. A vida, o planeta, a diversidade religiosa, etc, são assombrosos de tanto infinito. Mas permaneço no raso. Sem querer explorar o seu tempo e os seus insights... digo: gostaria de saber o que você teria a dizer sobre isso."
Fiquei pensativo. Há pessoas que me julgam portador de respostas para os impasses da vida. Mal sabem elas quanto acumulo em minha trajetória. Contudo, sei o que é felicidade. Difere da alegria. Felicidade é um estado de espírito, é estar bem consigo, com a natureza, com Deus. Com os outros, nem sempre. As relações humanas são amorosamente conflitivas. Invejas, mágoas, disputas, mal-entendidos, são pedras no sapato.
Alegria é algo que se experimenta eventualmente. Uma pessoa pode ser feliz sem parecer alegre. E conheço muitos que esbanjam alegria sem me convencerem de que são felizes.
Após meditar sobre a consulta de minha amiga, respondi: "Querida X: diria que a primeira coisa é sair da toca... Enturmar-se com quem já encontrou algum sentido na vida: a equipe de jogo de xadrez, a turma do cinema de arte em casa, o grupo político, a ONG da solidariedade etc. É preciso enturmar-se, sentir a emulação que vem da comunidade, dos outros, esse entusiasmo que, se hoje falta em mim, exala do companheiro ao lado...
"Você pode encontrar a paixão de viver em mil atividades: ler histórias num asilo, ajudar voluntariamente num hospital pediátrico, costurar para uma creche ou participar de um partido político, um grupo de apoio a movimentos sociais; alfabetizar domésticas e porteiros de prédios ou se dedicar a pesquisar a história do candomblé ou por que tantos jovens buscam na droga a utopia química que não encontram na vida.
"Mas, sobretudo, sugiro mergulhar numa experiência espiritual. Mergulhar. É o que, agora, nesta manhã luminosa de Cruz das Almas (BA), me vem à cabeça e ao coração."
O sábio professor Milton Santos, que não tinha crença religiosa, frisava que a felicidade se encontra nos bens infinitos. No entanto, a cultura capitalista que respiramos centra a felicidade na posse de bens finitos. Ora, a psicanálise sabe que o nosso desejo é infinito, insaciável. E a teologia identifica Deus como o seu alvo.
Ninguém mais feliz, na minha opinião, do que os místicos. São pessoas que conseguem direcionar o desejo para dentro de si, ao contrário da pulsão consumista que faz buscar a satisfação do desejo naquilo que está fora de nós. O risco, ao não abraçar a via do Absoluto, é enveredar-se pela do absurdo.
Como o Mercado, que tudo oferece em sedutoras embalagens, ainda não foi capaz de ofertar o que todos nós mais buscamos - a felicidade -, então tenta nos incutir a idéia de que a felicidade resulta da soma dos prazeres. Possuir aquele carro, aquela casa, fazer aquela viagem, vestir aquela roupa... nos tornará tão felizes quanto o visual dos atores e atrizes que aparecem em peças publicitárias.
Tenho certeza de que nada torna uma pessoa mais feliz do que empenhar-se em prol da felicidade alheia: isto vale tanto na relação íntima quanto no compromisso social de lutar pelo "outro mundo possível", sem desigualdades gritantes e onde todos possam viver com dignidade e paz.
O direito à felicidade deveria constar na Declaração Universal dos Direitos Humanos. E os países não deveriam mais almejar o crescimento do PIB, e sim do FIB - a Felicidade Interna Bruta.
[Autor do romance "Um homem chamado Jesus", que a editora Rocco faz chegar às livrarias nesta semana.
Copyright 2009 - FREI BETTO - É proibida a reprodução deste artigo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. Contato - MHPAL - Agência Literária (mhpal@terra.com.br)
* Escritor e assessor de movimentos sociais
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil
www.adital.org.br
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
UMA LEITURA PARA SUA REFLEXÃO
O MEIO AMBIENTE DE TODOS NÓS
Francisco Djacyr Silva de Souza
djacyrsouza@gmail.com
caosnaeducacao.blogspot.com.br
São várias as alternativas a uma nova lógica de comportamento dos seres humanos em relação ao ambiente , pois precisamos questionar de forma veemente o consumismo desenfreado e buscar um novo modelo de aproveitamento dos recursos naturais que sejam certamente adequados a um processo de redução das agressões ambientais e ao ritmo desenfreado de aproveitamento da natureza. É urgente que sejamos cidadãos responsáveis por um mundo melhor e mais adequado a vida dos seres que povoam o planeta. É urgente mudar comportamentos e desenvolver medidas educacionais em todos os setores da sociedade que façam com que possamos conviver harmonicamente com os componentes dos diversos ecossistemas.
O mundo capitalista moderno tem se caracterizado como extremamente predador e gerador de degradação aos biomas e aos seres neles encontrados. A lógica do lucro hoje predominante em nossa sociedade atinge com voracidade nosso ambiente e deixa um rastro de destruição e reflexos que influem consideravelmente na qualidade de vida dos habitantes do planeta e tem causado grandes preocupações para os indivíduos quanto a problemas de saúde, ar , poluição de todos os níveis e processos intermináveis de dilemas que podem promover o próprio questionamento ao modelo de economia hoje predominante na sociedade moderna. É urgente que criemos alternativas a um processo de desenvolvimento que seja criador de oportunidades iguais para todos e que gere menos lixo, menos degradação e menores problemas ambientais.
Nos dias de hoje o debate ecológico é vital em todos os setores da sociedade para que possamos escolher um modelo alternativo de desenvolvimento econômico que procure gerar oportunidades de crescimento igualitário dos benefícios gerados pela tecnologia e que estejam afinados com o processo de melhoria da vida de todos os seres que habitam nosso planeta. A visão ambiental é uma tarefa que precisa ser desenvolvida em todos os grupos sociais para permitir uma visão de mundo que dê aos indivíduos a certeza de que teremos um mundo melhor e mais justo para todos.
É cada vez mais importante que nossa sociedade apóie e desenvolve iniciativas de processos educacionais para um novo modelo de vida que reduza o desperdício, questione a descartabilidade , promova ações ambientais e seja um criador de novas visões de mundo onde o meio ambiente faça parte de todas ações no setor público e privado. A Educação Ambiental deve ser incentivada em todos os patamares da sociedade e deve promover atitudes ambientalmente corretas para o bem do mundo e dos seres que nele vivem. A hora é agora! não podemos deixar nosso planeta à mercê dos interesses meramente econômicos, pois dinheiro não compra a felicidade ambiental que só será alcançada se soubermos cuidar do planeta e das pessoas que nele vivem. Sobre o Autor
professor, mestre em educaçao, escritor do livro PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE UMA AÇÃO DE CIDADANIA.Estou no twitter. twitter.com./PROFDJACYR
djacyrsouza@gmail.com
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- 2009-11-20
São várias as alternativas a uma nova lógica de comportamento dos seres humanos em relação ao ambiente , pois precisamos questionar de forma veemente o consumismo desenfreado e buscar um novo modelo de aproveitamento dos recursos naturais que sejam certamente adequados a um processo de redução das agressões ambientais e ao ritmo desenfreado de aproveitamento da natureza. É urgente que sejamos cidadãos responsáveis por um mundo melhor e mais adequado a vida dos seres que povoam o planeta. É urgente mudar comportamentos e desenvolver medidas educacionais em todos os setores da sociedade que façam com que possamos conviver harmonicamente com os componentes dos diversos ecossistemas.
O mundo capitalista moderno tem se caracterizado como extremamente predador e gerador de degradação aos biomas e aos seres neles encontrados. A lógica do lucro hoje predominante em nossa sociedade atinge com voracidade nosso ambiente e deixa um rastro de destruição e reflexos que influem consideravelmente na qualidade de vida dos habitantes do planeta e tem causado grandes preocupações para os indivíduos quanto a problemas de saúde, ar , poluição de todos os níveis e processos intermináveis de dilemas que podem promover o próprio questionamento ao modelo de economia hoje predominante na sociedade moderna. É urgente que criemos alternativas a um processo de desenvolvimento que seja criador de oportunidades iguais para todos e que gere menos lixo, menos degradação e menores problemas ambientais.
Nos dias de hoje o debate ecológico é vital em todos os setores da sociedade para que possamos escolher um modelo alternativo de desenvolvimento econômico que procure gerar oportunidades de crescimento igualitário dos benefícios gerados pela tecnologia e que estejam afinados com o processo de melhoria da vida de todos os seres que habitam nosso planeta. A visão ambiental é uma tarefa que precisa ser desenvolvida em todos os grupos sociais para permitir uma visão de mundo que dê aos indivíduos a certeza de que teremos um mundo melhor e mais justo para todos.
É cada vez mais importante que nossa sociedade apóie e desenvolve iniciativas de processos educacionais para um novo modelo de vida que reduza o desperdício, questione a descartabilidade , promova ações ambientais e seja um criador de novas visões de mundo onde o meio ambiente faça parte de todas ações no setor público e privado. A Educação Ambiental deve ser incentivada em todos os patamares da sociedade e deve promover atitudes ambientalmente corretas para o bem do mundo e dos seres que nele vivem. A hora é agora! não podemos deixar nosso planeta à mercê dos interesses meramente econômicos, pois dinheiro não compra a felicidade ambiental que só será alcançada se soubermos cuidar do planeta e das pessoas que nele vivem. Sobre o Autor
professor, mestre em educaçao, escritor do livro PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE UMA AÇÃO DE CIDADANIA.Estou no twitter. twitter.com./PROFDJACYR
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
INFORMAÇÕES SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL
Veja neste link o que o aquecimento global poderá causar ao nosso país.
as questões ambientais são também questões sociais...
19 de novembro de 2009 às 22:34
Crise mundial levará 9 milhões de pessoas à pobreza na América Latina, afirma Cepal
Previsão é da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal)
A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) calcula que a mais recente crise financeira mundial, originada nos Estados Unidos, deverá levar pelo menos 9 milhões de pessoas à situação de pobreza e mais 5 milhões à de indigência na América Latina somente este ano.
No relatório Panorama Social da América Latina 2009, divulgado hoje (19), a Cepal prevê que a pobreza na região aumentará 1,1% e o nível de indigência crescerá 0,8%, na comparação com o ano passado. As pessoas em situação de pobreza devem passar de 180 milhões para 189 milhões (o equivalente a 34,1% da população local) e os indigentes de 71 milhões para 76 milhões, 13,7% da população.
Apresentado pela secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o documento assinala que a quantidade de pessoas afetadas equivale a quase um quarto da população que havia superado a pobreza entre 2002 e 2008 (41 milhões de pessoas), graças ao maior crescimento econômico, à expansão do gasto social, ao crescimento demográfico e às melhorias na distribuição da renda.
Embora preveja que alguns países como o México irão experimentar médias de aumentos maiores em seus níveis de pobreza e indigência devido à diminuição do Produto Interno Bruto (PIB) e à deterioração de empregos e salários, a Cepal acredita que, em termos regionais, o impacto será menor que o de turbulências anteriores, como a crise mexicana, de 1995, a asiática, entre 1998 e 2000 e a chamada crise “ponto.com” e da Argentina, respectivamente em 2001 e 2002.
Mesmo assim, de acordo Alicia Bárcena, os efeitos da crise irão impedir que a região elimine a pobreza extrema e a fome até 2015 conforme estabelece a primeira Meta de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU).
O relatório também assinala a urgência dos países latino-americanos de investirem em um novo sistema de proteção social, adotando medidas que combinem o atendimento de urgência a uma estratégia de longo prazo, evitando a irresponsabilidade fiscal e o endurecimento da legislação trabalhista, aumentando a carga tributária de forma progressiva e redistribuindo os gastos sociais.
Fonte: Agência Brasil
No relatório Panorama Social da América Latina 2009, divulgado hoje (19), a Cepal prevê que a pobreza na região aumentará 1,1% e o nível de indigência crescerá 0,8%, na comparação com o ano passado. As pessoas em situação de pobreza devem passar de 180 milhões para 189 milhões (o equivalente a 34,1% da população local) e os indigentes de 71 milhões para 76 milhões, 13,7% da população.
Apresentado pela secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o documento assinala que a quantidade de pessoas afetadas equivale a quase um quarto da população que havia superado a pobreza entre 2002 e 2008 (41 milhões de pessoas), graças ao maior crescimento econômico, à expansão do gasto social, ao crescimento demográfico e às melhorias na distribuição da renda.
Embora preveja que alguns países como o México irão experimentar médias de aumentos maiores em seus níveis de pobreza e indigência devido à diminuição do Produto Interno Bruto (PIB) e à deterioração de empregos e salários, a Cepal acredita que, em termos regionais, o impacto será menor que o de turbulências anteriores, como a crise mexicana, de 1995, a asiática, entre 1998 e 2000 e a chamada crise “ponto.com” e da Argentina, respectivamente em 2001 e 2002.
Mesmo assim, de acordo Alicia Bárcena, os efeitos da crise irão impedir que a região elimine a pobreza extrema e a fome até 2015 conforme estabelece a primeira Meta de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU).
O relatório também assinala a urgência dos países latino-americanos de investirem em um novo sistema de proteção social, adotando medidas que combinem o atendimento de urgência a uma estratégia de longo prazo, evitando a irresponsabilidade fiscal e o endurecimento da legislação trabalhista, aumentando a carga tributária de forma progressiva e redistribuindo os gastos sociais.
Fonte: Agência Brasil
situação preocupante.
Gás carbônico
19 Nov 2009 - 01h05min
Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). ``Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial``, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca). A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 t./ano até 2050.
JORNAL O POVO - 19 DE NOVEMBRO DE 2009
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