quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
ENCONTRO EM COPENHAGUE
Veja aqui o que significa o ENCONTRO EM COPENHAGUE..
Encontro em Copenhague tenta esfriar a Terra
Os dinamarqueses se orgulham de liderar a aplicação de medidas para reduzir as emissões de gases que causam mudanças no clima mundial e certamente terão um bom exemplo para mostrar durante a Conferência das Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a partir de 7 de dezembro em sua capital, Copenhague. Mas é grande o risco de que isso seja insuficiente para que o encontro entregue um acordo histórico, com metas e compromissos amplos.
A conferência da ONU juntará 192 países em uma espécie de reunião de condomínio em que cada um tem interesses particulares ao mesmo tempo em que divide áreas com os vizinhos. O uso dos recursos do planeta apresenta um efeito colateral que importa a todos e depende de cada um para ser evitado. A Terra está esquentando e a causa principal está na emissão de gases produzidos pela queima de combustíveis fósseis, destruição das florestas, criação de animais e uso de fertilizantes.
O encontro em Copenhague tem como objetivo estabelecer a forma pela qual o mundo vai reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Cálculos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) mostram que a temperatura global já subiu 0,74 grau centígrado no último século. Evitar que o avanço ultrapasse os 2 graus, objetivo acertado no último encontro do G-8, exigiria uma redução de até 80% nas emissões dos países desenvolvidos até 2050. Essas nações teriam de aceitar em Copenhague a meta ousada de cortar as emissões em 40% sobre os níveis de 1990 até 2020, em um acordo que substituiria o Protocolo de Kyoto, que tem validade até 2012.
*
“Há várias questões em aberto. Os Estados Unidos, por exemplo, ainda resistem a um compromisso obrigatório e preferem uma lei interna, com uma meta de 17% sobre as emissões de 2005”, explica Rodrigo Lima, gerente geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). O número colocado na mesa pelos norte-americanos é um avanço, mas fica abaixo do que outras nações estão dispostas a fazer, o que dificulta um acordo. “A Europa já disse que assume uma meta de 20% a 30%, mas isso traria uma perda enorme de competitividade se os americanos não fizerem o mesmo”, diz Lima.
Outra peça importante para que Copenhague desemboque em um acordo é a disposição dos países emergentes em reduzir suas emissões. Hoje, o maior emissor de dióxido de carbono é a China. A Índia é o quarto maior emissor, atrás da Rússia. O Brasil, entra na lista dos maiores emissores, à frente da Índia, quando são levados em conta os gases liberados pela derrubada de florestas.
“Os países desenvolvidos pedem uma presença maior dos emergentes no cumprimento de um objetivo amplo de redução das emissões”, ressalta Fábio Feldmann, consultor e ex-secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Brasil e China dão sinais de que apresentarão números. No caso brasileiro, seria uma redução voluntária de até 38,9% sobre as emissões projetadas para 2020. A China fala apenas em reduzir a intensidade no uso de carbono em 45%, sem metas para emissões.
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/mundo/conteudo.phtml?id=949486
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
UMA LEITURA PARA SUA REFLEXÃO
Artigo
O conflito de pesca em Icapuí
René Schärer
05 Dez 2009 - 16h01min
05 Dez 2009 - 16h01min
Em 1989, os pescadores de Redonda, em Icapuí, apreenderam um barco de compressor, atitude provocada pela falta de ação do Governo contra os barcos de compressor que invadiram a costa do Ceará vindo do Rio Grande do Norte nos anos 80.
Sem fiscalização e punição, a frota de compressor aumentou sem parar. A pesca de mergulho, com baixo investimento e alto potencial de lucro, atraiu muitos donos de barco sem escrúpulos, recrutando jovens e pobres dispostos a arriscar a vida, o que na realidade é exploração vergonhosa de mão-de-obra ilegal. Os cemitérios do litoral estão cheios de vítimas de acidentes de mergulho e sobram jovens paraplégicos nas comunidades do Nordeste. O Estado brilhou pela ausência. Em dezembro de 1992, morreu mais um pescador na Redonda, os pescadores do litoral Leste prestaram solidariedade e iniciam uma aliança contra os piratas.
A jangada SOS Sobrevivência saiu da Prainha do Canto Verde saiu em um domingo, 4 de abril de 1993, rumo ao Rio de Janeiro, em viagem de protesto, chamando atenção da opinião pública e do Governo sobre a crise que afeta as comunidades costeiras do Ceará - pesca predatória da lagosta, especulação imobiliária, e falta de participação na gestão da lagosta. A primeira parada foi na praia de Redonda em homenagem ao pescador assassinado.
Em 1995 após o protesto de 500 pescadores e pescadoras na frente ao Cambeba, o governador do Ceará cria o Comitê de Pesca do Estado do Ceará (Compesce). Foi a primeira vez que pescadores artesanais sentaram-se na mesa de negociação com o setor pesqueiro, cientistas e autoridades.
Os pescadores da Redonda e Beberibe arrecadam dinheiro para comprar um barco para fiscalizar, criam os seus próprios regulamentos de pesca e ajudam o Ibama a fiscalizar. Em 1995 e 1996 ,a parceria entre a Marinha do Brasil, Ibama, Policia Militar, Governo do Estado, prefeituras do litoral Leste, pescadores e armadores, no combate à pesca de compressor resultou na apreensão de 50 barcos em três meses.
Mas, de repente, o poder público perdeu interesse no problema e a frota ilegal voltou a crescer, as empresas de pesca exportam lagosta sem distinguir entre pesca legal e ilegal. Com a introdução, em 2005, das marambaias, confeccionado com tonéis de produtos químicos e tóxicos, aumentou mais o poder de pesca da frota ilegal, mas também o perigo de contaminação de lagostas e peixes. O Ministério Público Federal pediu ao Ibama estudos sobre as marambaias, sem resultado até hoje. A frota legal deixa de ser economicamente viável, reduzindo cada vez mais os dias de pesca e os pescadores artesanais se defendem como podem. O compressor é o dono do mar desde Espírito Santo ao Piauí.
O problema não é o conflito entre pescadores artesanais e os barcos de compressor de Icapuí, mas sim, o Estado brasileiro, que abriu mão da soberania no mar e permite a pesca ilegal e a violência. Resultado: guerra no mar e em terra e sobre exploração da lagosta, acabando assim com o nosso patrimônio. Só existe uma solução, o presidente Lula deve criar uma força-tarefa composta pelos ministros de Meio Ambiente, Defesa, Justiça e da Pesca, para garantir a implementação do Plano de Ordenamento aprovado pelo Comitê de Gestão para o Uso Sustentável da Lagosta (CGSL).
RENÉ SCHÄRER - Voluntário e membro do Comitê de Gestão para o Uso Sustentável da Lagosta
Sem fiscalização e punição, a frota de compressor aumentou sem parar. A pesca de mergulho, com baixo investimento e alto potencial de lucro, atraiu muitos donos de barco sem escrúpulos, recrutando jovens e pobres dispostos a arriscar a vida, o que na realidade é exploração vergonhosa de mão-de-obra ilegal. Os cemitérios do litoral estão cheios de vítimas de acidentes de mergulho e sobram jovens paraplégicos nas comunidades do Nordeste. O Estado brilhou pela ausência. Em dezembro de 1992, morreu mais um pescador na Redonda, os pescadores do litoral Leste prestaram solidariedade e iniciam uma aliança contra os piratas.
A jangada SOS Sobrevivência saiu da Prainha do Canto Verde saiu em um domingo, 4 de abril de 1993, rumo ao Rio de Janeiro, em viagem de protesto, chamando atenção da opinião pública e do Governo sobre a crise que afeta as comunidades costeiras do Ceará - pesca predatória da lagosta, especulação imobiliária, e falta de participação na gestão da lagosta. A primeira parada foi na praia de Redonda em homenagem ao pescador assassinado.
Em 1995 após o protesto de 500 pescadores e pescadoras na frente ao Cambeba, o governador do Ceará cria o Comitê de Pesca do Estado do Ceará (Compesce). Foi a primeira vez que pescadores artesanais sentaram-se na mesa de negociação com o setor pesqueiro, cientistas e autoridades.
Os pescadores da Redonda e Beberibe arrecadam dinheiro para comprar um barco para fiscalizar, criam os seus próprios regulamentos de pesca e ajudam o Ibama a fiscalizar. Em 1995 e 1996 ,a parceria entre a Marinha do Brasil, Ibama, Policia Militar, Governo do Estado, prefeituras do litoral Leste, pescadores e armadores, no combate à pesca de compressor resultou na apreensão de 50 barcos em três meses.
Mas, de repente, o poder público perdeu interesse no problema e a frota ilegal voltou a crescer, as empresas de pesca exportam lagosta sem distinguir entre pesca legal e ilegal. Com a introdução, em 2005, das marambaias, confeccionado com tonéis de produtos químicos e tóxicos, aumentou mais o poder de pesca da frota ilegal, mas também o perigo de contaminação de lagostas e peixes. O Ministério Público Federal pediu ao Ibama estudos sobre as marambaias, sem resultado até hoje. A frota legal deixa de ser economicamente viável, reduzindo cada vez mais os dias de pesca e os pescadores artesanais se defendem como podem. O compressor é o dono do mar desde Espírito Santo ao Piauí.
O problema não é o conflito entre pescadores artesanais e os barcos de compressor de Icapuí, mas sim, o Estado brasileiro, que abriu mão da soberania no mar e permite a pesca ilegal e a violência. Resultado: guerra no mar e em terra e sobre exploração da lagosta, acabando assim com o nosso patrimônio. Só existe uma solução, o presidente Lula deve criar uma força-tarefa composta pelos ministros de Meio Ambiente, Defesa, Justiça e da Pesca, para garantir a implementação do Plano de Ordenamento aprovado pelo Comitê de Gestão para o Uso Sustentável da Lagosta (CGSL).
RENÉ SCHÄRER - Voluntário e membro do Comitê de Gestão para o Uso Sustentável da Lagosta
fonte: JORNAL O POVO....
sábado, 5 de dezembro de 2009
discussão sobre mudanças climáticas...
| Em discussão as mudanças climáticas na cidade | | |
| 04-Dec-2009 | |
O Projeto de Extensão Fortalecimento da Educação em Direitos Humanos realizará o seminário "Sustentabilidade ambiental,mudanças climáticas e a cidade", segunda-feira (7). O seminário - que acontecerá no auditório do Sebrae, com inicio às 18h - conta com o apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Governo Federal e tem a parceria com o Cearah Periferia. O evento marca o encerramento do curso “A cidade em movimento - fazendo política e discutindo direitos”. No seminário será abordada a necessidade cada vez maior de se aliarem os estudos urbanos aos relativos ao meio ambiente, especialmente em função das mudanças climáticas que estão em curso. Serão debatidas as principais causas de tais mudanças, como estão ocorrendo e qual será o impacto delas sobre a vida da população urbana, em especial sobre a da população menos favorecida socialmente. A promoção contará com a presença de Mabel de Faria Melo (socióloga e assessora da FASE/RJ) e da Profª Elisa Zanella - do Departamento de Geografia e pesquisadora do Observatório das Metrópoles, ambos da UFC-, que abordarão o tema sob óticas diferentes e, ao mesmo tempo, complementares. Realizado entre os meses de setembro e dezembro deste ano, também através de parceria entre o Projeto de Fortalecimento da Educação em Direitos Humanos e o Cearah Periferia, o curso “A cidade em movimento - fazendo política e discutindo direitos” contou com a presença de 40 integrantes de movimentos sociais de Fortaleza, tendo debatido temas importantes da atualidade, como Direitos Humanos, Educação em Direitos Humanos, Direito à Cidade, Meio Ambiente e Autonomia Econômica. As vagas do seminário são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (85) 3261.2607 ou pelo email epupp@cearahperiferia.org.br.Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email Fonte: Rodrigo Faria, técnico do projeto Fortalecimento da Educação em Direitos Humanos - (85) 3366.7854 e 8670.2006 |
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
E POR ISSO QUE É IMPORTANTE DEFENDER A NATUREZA
A DENGUE É UMA DOENÇA INTIMAMENTE LIGADA À FALTA DE CUIDADOS COM LIXO E RESÍDUOS GERADOS PELO HOMEM. ESSA DOENÇA VAI AFETAR DIRETAMENTE A TODOS NÓS. VEJA A NOTÍCIA A SEGUIR
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
EMISSÕES DE GASES EM QUESTÃO....
Meio Ambiente
Minc anuncia ranking de emissão para carros fabricados em 2009
A classificação será por estrelas - quanto maior o número, menor o índice de emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono
01 Dez 2009 - 08h03min
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anuncia nesta terça-feira, 1º, às 11h, a atualização da Nota Verde, que mostra o nível de poluentes e gases do efeito estufa na atmosfera.
A classificação será por estrelas - quanto maior o número, menor o índice de emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono. O mecanismo foi lançado em setembro deste ano com notas para veículos fabricados em 2008.
Antes, às 8h30, na Escola Superior da Magistratura Federal (Esmaf), o ministro entrega o 1º Prêmio de Melhores Práticas para órgãos e instituições do setor público durante o 4º Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública. A iniciativa busca disseminar a adoção do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).
A classificação será por estrelas - quanto maior o número, menor o índice de emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono. O mecanismo foi lançado em setembro deste ano com notas para veículos fabricados em 2008.
Antes, às 8h30, na Escola Superior da Magistratura Federal (Esmaf), o ministro entrega o 1º Prêmio de Melhores Práticas para órgãos e instituições do setor público durante o 4º Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública. A iniciativa busca disseminar a adoção do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).
Agência Brasil
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